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No dia 25 de Junho de 2013, das 8h30 às 11h, o NIC.br realizará mais um IPv6 no Café da Manhã! Nessa edição, o formato será o de um mini-tutorial, com a equipe do IPv6.br e o tema Endereçamento e Planejamento de Redes IPv6.

A apresentação abordará tópicos como:

  • quais tipos de endereços existem no IPv6, e onde usá-los
  • a importância de um bom planejamento do endereçamento nas redes
  • como numerar as redes IPv6 em um empresa
  • como numerar as redes IPv6 em um provedor Internet

O evento é gratuito, mas e há apenas 50 vagas para a participação presencial! Será realizado na sede do NIC.br em São Paulo. As inscrições podem ser feitas em:

http://eventos.ceptro.br/events/view/16/1d4bd04b21a50a3486d618f2e85771fd32eb3c4e

Note que é necessário cadastrar-se no sistema de eventos, caso ainda não tenha feito isso. Só então você poderá fazer a inscrição para o Café. Você receberá emails para confirmar seu cadastro no sistema e, depois, para confirmar sua inscrição!

O evento será também transmitido pela Internet, ao vivo, das 9h às 11h. Será possível ainda fazer perguntas e comentários via chat. Para participar via Internet não é necessário cadastrar-se com antecedência! Basta acessar este mesmo sítio: http://ipv6.br/cafe no horário marcado!

O Café traz sempre uma boa oportunidade para que os profissionais mantenham-se atualizados sobre diferentes aspectos da implantação do IPv6 na Internet e nas redes, abordando temas técnicos e gerenciais, além de propiciar a possibilidade de networking entre os envolvidos! Fique atento! A edição de Agosto de 2013 terá como tema o IPv6 para os gestores de TI. Em breve daremos mais informações!

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Para aqueles que gostariam de aprender um pouco sobre BGP…

Evento: Cisco WebCast – Border Gateway Protocol (BGP): Fundamentos, Configuração e Troubleshooting (em Português)

Durante este evento ao vivo, serão abordados os fundamentos do BGP e outros assuntos importantes como quando e porque utilizar BGP, tipos de troubleshooting e outros tópicos interessantes relacionados à configuração deste protocolo de roteamento.

Dia 18 de junho (2013), 11h da manhã

Cadastre-se em http://tools.cisco.com/gems/cust/customerQA.do?METHOD=E&LANGUAGE_ID=P&SEMINAR_CODE=S18426&PRIORITY_CODE=cisco

 

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Tony Stark e SDN

 

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Esse ano, a FISL (Forum Internacional de Software Livre) acontecerá nos dias 3 à 6 de Julho.Para quem não conhece o evento, ele o ocorre em Porto Alegre anualmente e inclui debates, palestras e oficinas bem interessantes sobre “Informática”. É uma ótima oportunidade para compartilhar projetos, encontrar desenvolvedores, fazer “networking” e conhecer muita gente “boa”, com visão “diferente” e  inovadora .

FISL14banner-235x61_Animado

Mais informações podem ser encontradas no endereço http://softwarelivre.org/fisl14 e a programação pode ser acessada via http://fisl.org.br/14/papers_ng/public/fast_grid?event_id=3

Abração

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Há alguns posts atrás comentamos sobre a diferença da Distância Administrativa para as rotas aprendidas dinâmicamente em Switches e Roteadores dos fabricantes Cisco e HPN (H3C/3Com) e a atenção que deve ser dada em ambientes com Protocolos de Roteamento que possuem Switches e Roteadores de ambos fabricantes

http://www.comutadores.com.br/distancia-administrativa-em-switches-l3-e-roteadores-h3c3comhp-serie-a/

A Distância Administrativa possui apenas função local e não é compartilhada pelo protocolo de roteamento.

Como por exemplo, em um Roteador utilizando o OSPF (como IGP) e o BGP para aprender as “rotas externas”, se uma mesma rota fosse aprendida via OSPF e BGP, o comportamento para escolha do melhor caminho seria diferente em Rotadores Cisco (a distancia administrativa para o OSPF é 110 e o eBGP é 20) e HPN ( o OSPF é 10 e o eBGP é 255). Lembrando que para prefixos iguais aprendido por diferentes protocolos o Roteador escolhe a rota com menor distância administrativa.

Uma coisa bacana do Comware é poder alterar o valor da distância administrativa baseado no processo de Roteamento, por exemplo, se tivermos 2 processos OSPF rodando no Router/Switch é possível alterar a distancia administrativa em um dos processos sem afetar o outro ( muito útil quando se utiliza VRFs [ vpn-instance] em um mesmo roteador) .

Para redes que utilizam MP-BGP, tambem é possível alterar a distância administrativa no address-family do cliente.

Veja o exemplo abaixo para a tabela de roteamento Global (eBGP e iBGP com a distância adminstrativa em 255) e a tabela de roteamento da vpn-instance cliente-A (com o eBGP como 7 e o iBGP como 100).

<Router>display ip routing-table
Routing Tables: Public
Destinations : 18177     Routes : 18177

Destination/Mask    Proto  Pre  Cost         NextHop         Interface
0.0.0.0/0           BGP    255  0            10.180.226.197  GE3/1/6.100
192.168.9.0/24      BGP    255  0            10.180.226.197  GE3/1/6.100
192.168.10.0/24     BGP    255  0            10.180.226.197  GE3/1/6.100
192.168.11.0/24     BGP    255  0            10.180.226.197  GE3/1/6.100
<saída omitida>

<Router>display ip routing-table vpn-instance cliente-A
Routing Tables: cliente-A
Destinations : 1789      Routes : 1789
Destination/Mask    Proto  Pre  Cost         NextHop         Interface
1.1.1.1/32          BGP    7    0            192.168.176.217  GE9/1/7
2.2.2.0/29          BGP    7    0            192.168.176.217  GE9/1/7
192.168.80.0/30     BGP    100  0            192.168.229.193  NULL0
10.1.1.1/32         BGP    7    0            192.168.176.217  GE9/1/7
<saída omitida>

Para configurar a distancia administrativa dentro processo BGP ou dentro do processo “ipv4-family vpn-instance [nome da vrf]” no BGP use a sintaxe:

[Router-bgp]preference ?
INTEGER<1-255>  External preference
!Distancia administrativa para rotas aprendidas via eBGP

[Router-bgp]preference 7 ?
INTEGER<1-255>  Internal preference
!Distancia administrativa para rotas aprendidas via iBGP

[Router-bgp]preference 7 100 ?
INTEGER<1-255>  Local preference
!Distancia administrativa para rotas aprendidas via iBGP (locais)

[Router-bgp]preference 7 100 9 

Para o OSPF utilize o commando preference para alterar a distância administrativa de rotas OSPF e OSPF ASE:

[Router-ospf-1]preference ?
INTEGER<1-255>  Preference value
ase             AS external link states

[Router-ospf-1]preference ase ?
INTEGER<1-255>  Preference value

Até logo!

Publicado originalmente em: http://www.comutadores.com.br/alterando-a-distancia-administrativa-para-os-protocolos-de-roteamento-em-switches-e-roteadores-hpn-comware/

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Ultimamente, tem sido frequente a publicação artigos e publicações em revistas, sites e blogs especializados de Redes /TI sobre SDN.  Apesar de muito interessante o assunto, ele nos traz uma sensação de euforia, para aqueles que são entusiastas, e receio, como resultado da insegurança de como a nossa profissão e funções deverá ser reciclada, exigindo uma grade adaptação.

A Linux Foundation, uma organização sem fins lucrativos dedicada ao desenvolvimento de tecnologias Open Source, anunciou no último mês o OpenDayLight que é um projeto para um framework de codigo aberto liderado pela comunidade e suportado pela industria que irá acelerar a adoção, promover a inovação e criar um ambiente mais aberto e transparente para abordagem do Software-Defined Networking (SDN).

Os fabricantes Big Switch Networks, Brocade, Cisco, Citrix, Ericsson, IBM, Juniper Networks, Microsoft, NEC, Red Hat e VMware irão doar recursos de Software e Engenharia para o projeto.

A expansão de Data Centers  e o aumento da Computação em Nuvem estão  mudando rapidamente a demanda de redes e serviços e está impulsionando as empresas a olhar para soluções de SDN para melhorar a performance de rede, gerenciamento, custo e aumentar a eficiência.

O Projeto OpenDaylight irá trabalhar para fornecer uma plataforma de código aberto para produtos e tecnologias que ampliam a inteligência de infra-estrutura de rede para torná-lo mais sensível às demandas globais de TI e provedores de serviços.

“O OpenDaylight pode ser um componente essencial em qualquer arquitetura SDN. Baseando-se em um  controlador SDN Open Source, permitindo aos técnicos reduzir a complexidade operacional, aumentar a vida útil de seu hardware de infra-estrutura, permitir novos serviços e capacidades.”

Site do projeto: http://www.opendaylight.org/

Parte do artigo foi traduzido do site http://www.linuxfoundation.org/news-media/announcements/2013/04/industry-leaders-collaborate-opendaylight-project-donate-key

Mais informações em português podem ser encontradas em http://www.rotadefault.com.br/category/sdn/

Video em inglês do Projeto:


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Embora  os pacotes de voz possuam um tamanho pequeno, não são toleráveis a atrasos ou descarte de pacotes. Esse post faz parte de um resumo sobre Telefonia IP para os meus estudos para o CCNP para a antiga prova BCMSN, atual SWITCH. Espero que possa ajudar! :)

Rede Local baseada em classificação e marcação de pacotes

Se as ligações VoIP e o tráfego de desktop estiverem na mesma VLAN, cada tráfego tentará utilizar a banda disponivel sem consideração com o outro perfil de tráfego. Para evitar essa questão utilize diferentes VLANs para permitir a segregação do VoIP dos outros dados. Após a separação dos dados, politicas de QoS podem ser aplicadas para priorizar o VoIP na rede.

O componente importante de uma rede de telefonia IP bem sucedida é o correto provisionamento da largura de banda, representando o minimo de banda para um determinado link que não deve exceder 75% do total da largura de banda ( na prática os valores são questionáveis).

O tráfego padrão de uma ligação consiste em 2 tipos de tráfego:

  • Stream de Voz: Pacotes RTP com as amostras de voz
  • Call Control Signaling: Pacotes responsaveis pela sinalização das chamadas

VLAN de Voz

Alguns modelos de Switches oferecem features chamadas de “auxiliary VLAN” ou “voice VLAN”. Esse modelo de VLANs permite a atribuição  dos telefones em sua própria VLAN sem a intervenção do usuário final.

O usuário simplesmente coloca o telefone no Switch que então providencia ao telefone as configurações necessárias da VLAN.

Com os telefones IP em suas proprias sub-redes e VLANs, os administradores podem facilmente identificar e aplicar as politicas de QoS e segurança além da convergência da estrutura física.

PoE

A tecnologia PoE permite que o Switch  ou Patch Pannel forneça energia diretamente ao telefone IP.

Classificação e Marcação

A técnica de Classificação e Marcação, identifica o perfil para priorização adequada de cada tráfego da rede. O  tráfego é examinado e classificado, o que  pode ser feito pela examinação de informações de diferentes camadas (modelo OSI).

O tráfego pode ser classificado seguindo qualquer um dos critérios abaixo:

  • Camada 2: endereço MAC, cabeçalho 802.1q (e 802.1p), cabeçalho MPLS, CLP (ATM), DE (Frame-Relay) ou pela interface de entrada.
  • Camada 3: precedencia IP, DSCP,  endereço IP ou interface de entrada.
  • Camada 4: portas TCP ou UDP ou interface de entrada
  • Camada 7: assinatura de aplicações ou interface de entrada

Todo tráfego é classificado ou agrupado de acordo com esses critérios serão marcados de acordo com a sua classificação.

As marcações de QoS estabelece niveis de prioridade ou prioridades de classes para tráfego de rede em cada Switch.

Com o quadro ou pacote marcado o Switch ou Roteador poderá utilizar esses valores para enfileirar e encaminhar os dados de acordo com as suas prioridades configuradas para cada aplicação.

Processo de QoS - Switch

Trust Boundaries – Limites Confiáveis

O estabelecimento de limites confiáveis estabelece uma faixa para o tráfego de entrada nos Switches. Como o tráfego percorre diversos Switches do Campus, ele é manipulado e priorizado de acordo com a marcação recebida pelo Switch ou “confiado” na marcação efetuada quando o trafego originalmente entra na rede pelo limite confiável.

Geralmente o tráfego é confiado quando a marcação é efetuada na aplicação ou no telefone IP ao invés do Switch, nesse caso, o Switch apenas confia na marcação já efetuada.

QoS Trust

Em Switches Cisco para confiar na marcação utilizando DSCP, CoS ou IP Precedence, utilize o seguinte comando na interface.

mls qos trust [ dscp | cos | ip-precedence ]

Switch(config)#mls qos
! Quando ativamos o QoS globalmente todas as interfaces são configuradas como untrusted

Switch(config)#interface fast 1/0/1
Switch(config-if)#mls qos trust ?
cos            cos keyword
device         trusted device class
dscp           dscp keyword
ip-precedence  ip-precedence keyword

Aplicando o QoS condicional na Interface

Os Switches Cisco também permitem a configuração para confiar na marcação CoS ou DSCP somente se um telefone IP Cisco é conectado a interface e detectável via CDP.

Switch(config-if)#mls qos trust device cisco-phone


Switch(config-if)#do show run int fa1/0/1
Building configuration...
Current configuration : 69 bytes
!
interface FastEthernet1/0/1
mls qos trust device cisco-phone
end

Há também a possibilidade de confiar nos pacotes marcados por um PC ou sobrescrever a marcação (ou falta dela) com um valor CoS

Switch(config-if)#switchport priority extend ?
cos    Override 802.1p priority of devices on appliance
trust  Trust 802.1p priorities of devices on appliance

Cisco auto-QoS

A feature Cisco Auto-QoS habilita templates de configuração de QoS na interface configurada, possibilitando diferente modelos de QoS para Cisco-phone, Cisco-softphone e Uplinks (Trust).

Switch(config-if)#auto qos voip ?
cisco-phone      Trust the QoS marking of Cisco IP Phone
cisco-softphone  Trust the QoS marking of Cisco IP SoftPhone
trust            Trust the DSCP/CoS marking
!

Switch(config-if)#auto qos voip trust

Switch(config-if)#do sh run int f1/0/2
Building configuration...
Current configuration : 156 bytes
!
interface FastEthernet1/0/2
srr-queue bandwidth share 10 10 60 20
srr-queue bandwidth shape  10  0  0  0
mls qos trust cos
auto qos voip trust
end

Mais informações em:

http://www.rnp.br/newsgen/0005/qos_voip1.html
http://www.rnp.br/newsgen/0009/qos_voip2.html

http://www.rotadefault.com.br/2012/05/25/introducao-ao-qos-parte-1/

http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialqosotm/pagina_1.asp

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pq fas isso homi arana

Melhor deixar para os profissionais…! rs

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Você já parou para pensar na quantidade e variedade de dados que geramos e armazenamos a cada dia? Bancos, companhias aéreas, operadoras de telefonia, serviço de busca on-line e redes de varejistas são apenas alguns dos inúmeros exemplos de empresas que convivem diariamente com grandes volumes de informação. A questão é que apenas ter dados não basta: é importante conseguir e saber usá-los. É aí que o conceito de Big Data entra em cena.

A princípio, podemos definir o conceito de Big Data como sendo conjuntos de dados extremamente grandes e que, por este motivo, necessitam de ferramentas especialmente preparadas para lidar com grandes volumes, de forma que toda e qualquer informação nestes meios possa ser encontrada, analisada e aproveitada em tempo hábil.

Fonte: http://www.infowester.com/big-data.php

A EMC fez um video interessantissimo em Português sobre o assunto,  vale a pena assistir! :)

Até logo!

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